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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

COLUNA: ALGO SOBRE... NELSON MANDELA

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"No meu país, primeiro vamos para a prisão e depois nos tornamos presidente".

Desta vez, realmente, o mundo perde alguém de extrema importância para a humanidade, Nelson Mandela, autor da frase que encabeça o texto.

Madiba deixou um grande legado para todos nós, porque foi, é e sempre será um símbolo de luta contra qualquer adversidade possível. Sua vida pregressa vai muito além da luta contra o apartheid, ela representa a "metaforização" da superação às algemas que insistem em privar o homem livre.

Ao contrário da egoísta ação humana, tão visível nos dias de hoje, Nelson orientou sua vida na causa da coletividade, seus anseios individuais estavam estritamente ligados ao bem de todos, um verdadeiro herói.

Mandela deixa aos "heróis" da atualidade, uma valiosa cartilha de comportamento altruísta, deixa aos "heróis" pautados unicamente na causa própria a receita para se tornar eterno. Por outras palavras, com a morte de Nelson Mandela, o mundo não perde; a raça humana ganha mais um almanaque que entrará para a estante dos best-sellers presenteados por Deus. 

É através de grandes personalidades como Mandela que ainda acreditamos, que ainda temos esperanças de que o mundo pode ser um lugar melhor.

Em se tratando de Brasil, é uma pena que, aqui, existam mais heróis do tipo Macunaíma do que da estirpe de Mandela.

Obrigado, Madiba!

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

COLUNA: ALGO SOBRE... ENEM 2013

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COLUNISTA SUETONIO FARIAS
ENEM 2013

TEMA DO ENEM 2013: Os efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil.

Mais uma vez o ENEM enganou muitos professores (inclusive eu), todavia o tema não se apresenta de modo difícil, já que os jornais têm mostrado os resultados dessa lei. Estou certo de que os candidatos "antenados" farão uma ótima redação.

A "facilidade" da temática não se confere como algo em todo positivo, uma vez que, possivelmente, a grande maioria dos candidatos conseguirão fazer uma redação sem muitas complicações, o que aumenta a concorrência, o que não aconteceria com uma temática que exigisse mais dos candidatos.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

COLUNA: ALGO SOBRE... O ADULTO E A CRIANÇA

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Não sei quem disse "recordar é viver", mas sei que o saudosismo está em alta no facebook.
Inúmeras são as fotografias de pessoas enquanto infantes. Umas verdadeiras gracinhas!

Parece que a vida de adulto não é como pensávamos, pois se houvesse um gênio para realizar um pedido quando criança, seria para nos tornar "gente grande", era o desejo de todo infanto-juvenil.

Percebeu-se que a vida de "gente grande" não tem nada de grande, é apenas um momento de ilusória liberdade e de poder. Perdemos a graça.

Ao tornamo-nos adultos deixamos a inocência e passamos a conviver com a malícia, com a sapiência dúbia de bondade e maldade. Ser criança é diferente. Não precisa se preocupar com maldade, ela não existe, muito menos a intolerância tão precisa nos dias de hoje.

Ser adulto, realmente, não tem graça. O adulto precisa ser responsável pela sua felicidade e tomar cuidado para não causar a infelicidade alheia, ele tem que dormir preocupado e acordar de mesmo modo. Mais ainda, as lembranças da fase adulta são quase inexistentes, todavia as lembranças da infância são inúmeras e saudavelmente risíveis. Quer coisa mais engraçada de que chegar para o pai e para mãe, acusando o amiguinho de "arengar"?.

Ser criança é muito bom! Todo mundo acha a coisa mais fofa do mundo, todo mundo quer pegar e ofertar carícias. Já o adulto precisa investir num projeto para conseguir algum afago. A criança é boa, o adulto é mau.

A criança brinca de polícia e bandido sem nenhum dos dois sair perdendo; nessa brincadeira, os adultos fazem muitas pessoas perderem.

Talvez, a crescente postagem de fotos infantis faça-nos esquecer que somos adultos e nos torne mais criança, ou pelo menos convide algo inocente para incorporar em nós. Talvez, mais só talvez, possamos olhar um para o outro e lembrarmos que algo de criança ainda pode se manifestar nos amigos-adultos, e assim marcarmos para brincar com brinquedos sem valores mercantis, mas com valores simbólicos que dinheiro nenhum pode comprar. Lembram-se de que tudo virava brinquedo nas nossas mãos? A criatividade era a inteligente e necessária fuga da dificuldades financeiras. Pois é, éramos mais pobres, porém muito felizes. Já hoje, somos menos pobres e não necessariamente mais felizes, somos realizados materialmente, mas não substancialmente.

Mas o que aconteceu? Ora, crescemos, perdemos a graça. Viramos o que sempre quisemos, viramos "gente grande".

Ouvi comentários de alguns, afirmando serem bobagens essas postagens de fotos infantis, mas elas têm que ser isso mesmo, porque ser criança é ser bobo; a criança pode e deve errar, pois isso não significa seu declínio, no máximo, um gargalhada alheia.

Ser adulto é coisa diferente, nosso ponto de encontro é no barzinho, outrora era a própria rua do bairro. Ser criança é viver aprendendo, ser adulto é viver perdendo. Ataulfo Alves já disse: "Eu não sei pra que a gente cresce se não sai da gente essa lembrança".

Enfim, não dá pra deixar de ser adulto e nem dá pra continuar vivendo como criança, pois, quando criança, podíamos brincar de adultos, agora somos adultos e não podemos brincar de criança.

Deu-me uma vontade de ver o pica-pau!

sábado, 28 de setembro de 2013

COLUNA: ALGO SOBRE... NO LIVRO QUE FAZ O BRASIL

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No livro O que faz o brasil, Brasil?, o sociólogo Roberto da Matta dedica algumas páginas ao famoso jeitinho brasileiro, o qual é apresentado como uma forma de “navegação social”. O jeitinho fere a Constituição, mas torna menos injusta a diferença entre classes.

Para que serve a Constituição Federal? A Carta Magna do país foi elaborada com o intuito de solidificar a democracia e ser a matriz do povo brasileiro. Se assim é, por que ninguém respeita a Constituição?

Os jornais noticiaram a farra dos chamados super-salários de funcionários do Senado brasileiro, os quais recebem acima do teto permitido pela CF, ou seja, recebem além de R$ 28.000,00, acima do que recebe um ministro do STF.

Apesar de só agora a ordem ser para a devolução dos acréscimos, a auditoria data de 2009.
São várias as explicações para o desrespeito ao livro maior do Brasil, mas por que ele só serve para castrar o pobre? A Constituição que deveria carimbar o país com o selo da igualdade, faz justamente o contrário, pois o que se vê no espaço canarinho são injustiças entre as classes sociais, ou o princípio da democracia não é a igualdade?

O que mais irrita é o fato do desrespeito constitucional partir justamente daqueles que a estruturam, parte, ironicamente, daqueles que deveriam ser exemplo.

Sendo assim, o que sobre ao indefeso, injustiçado e honesto povo brasileiro? Ora, fazer uso precisamente da malandragem, do “imoral”, mas necessário, “jeitinho brasileiro”. Do contrário, as agruras vividas pelos que pouco ferem os artigos constitucionais seriam ainda mais doloridas.
O “respeitável” presidente do Senado, Renan Calheiros, afirmou categoricamente que irá ajustar imediatamente a folha de pagamento da Casa, o que causou indignação aos detentores dos estratosféricos salários, os quais passarão a receber “apenas” R$ 28.000,00.

Que engraçado! Foi preciso a ação da lei para fazer cumprir o livro das leis. A obediência à Constituição não deveria atender à Justiça, mas unicamente à coerção moral, todavia isso só acontece em países menos corruptos.

Esse país é realmente uma contradição. Recebo um salário mínimo, na realidade, minúsculo, o qual não dá para a manutenção mensal minha e de minha família, mas supre perfeitamente o salário acima de R$ 28.000,00 de funcionários federais.

A polêmica sobre os super-salários passou para o banal empurra-empurra, para a indicação do real culpado. Balela! Discussão à toa! Os verdadeiros culpados somos nós, que assistimos a toda essa bagunça nacional demonstrando indignação, mas continuamos a ofertar poder a representantes ímprobos.

Já que a Constituição Federal não serve para o que deveria servir, o jeito é partir para o politicamente incorreto “jeitinho brasileiro”, pois como afirmou Roberto da Matta, é um modo de navegação social, uma estratégia para o cidadão comum não afundar na lama que impera no país.

“Ninguém respeita a Constituição, mas ainda acreditam no futuro da nação”.
Renato Russo era mesmo um gênio!

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

COLUNA: ALGO SOBRE... MINISTRO CELSO MELLO

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SUETONIO FARIAS
Não se fala em outra coisa a não ser a "mãozinha" dada pelo Ministro Celso Mello ao bandidos do mensalão, ou melhor, acusados do mensalão, pois já se sabe que ninguém é culpado até ser condenado.

Claro que quase todo mundo queria ver os esqueletos dos mensaleiros se desmancharem na cadeia, porém os preceitos da justiça não podem servir como pendulo inclinado.

Todos os brasileiros honestos aguardaram com extrema ansiedade o voto decisivo do Ministro supracitado, na realidade esperavam que o voto fosse contrário aos tais embargos infringentes. Só que aconteceu o contrário, 12 dos 25 mensaleiros agora têm o direito de ter suas penas revistas. Esse fato lembrou o caso bíblico no qual a voz do povo bradou a soltura de Barrabás e condenou Jesus, por isso que a justiça não pode ceder à maioria, à emoção, ela tem que servir aos seus propósitos dentro do que a legislação brasileira permite.

Essa sem-vergonhice acontece no país pela leniência desta mesma legislação, e a justiça está com sua balança quebrada há tempos, porque não se pode aceitar pacificamente que um cidadão sofra nas mãos da justiça por atos, ás vezes necessários, não consideráveis. Os bandidos mensaleiros não roubaram galinha, nem furtaram supermercados para alimentar os filhos, eles se apropriaram indevidamente do meu e do seu dinheiro, mais ainda abusaram do poder que carregam nos títulos.

A chateação é superficial a cada rosto brasileiro, mas o que se podia esperar num país que é único no mundo a ter um deputado prisioneiro?

Não se sabe o que se passa na cabeça de um Ministro, mas o que se sabe é que tudo no Brasil é movimentado por interesses açambarcados. 

Dá tristeza de saber que cada um de nós, involuntariamente, somos representados por instâncias que nos envergonham. O Congresso brasileiro há muito perdeu sua confiabilidade, pois é quase unânime a falta de confiança do povo nas instituições políticas, isso causa uma ansiedade desmedida pelas eleições que se aproximam, porque serão por elas que realmente se confirmará se o tal do gigante acordou ou apenas se enganou.

Com o direito aos embargos, talvez o novo julgamento só aconteça em 2014, o que pode tornar o crime de lavagem de dinheiro prescrito, ou seja, tudo pode acabar como sempre acaba, na tal da pizza.

Essa decisão do STF nos mostrou o que todo mundo já sabe: que a Justiça é cega. E pela destreza com que resolve os julgamentos da casta diferenciada da sociedade, é oportuno dizer que a Justiça além de cega é preguiçosa.

Nada de estranho, tudo acabou do jeito que tinha que acabar, afinal ISSO É BRASIL.
Aqui no Brasil, bem que poderia ser como os versos de Leandro Gomes de Barros: Nós temos cinco governos/O primeiro o federal/O segundo o do Estado/Terceiro o municipal/O quarto a palmatória/E o quinto o velho punhal.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

COLUNA: ALGO SOBRE... 191 ANOS DE INDEPENDÊNCIA

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COLUNISTA SUETONIO FARIAS
191 anos de independência, e comemorar o quê?

Somos um dos países mais corruptos do mundo, cobramos muito do povo e devolvemos pouco, ocupamos a 5ª posição em economia mundial e o penúltimo lugar em qualidade de educação. Vivemos num país onde o salário de um Deputado daria para contratar 100 professores, onde o ladrão de galinha agoniza na cadeia e o verdadeiro ladrão usa terno e gravata, mais ainda domina a minha e sua vida.

Não temos o que comemorar num país onde a segurança só existe com a ilusão de uma arma, onde o salário básico não dá para comprar o básico de um salário, onde políticos vivem na Casa Grande e o povo na senzala, onde o próprio povo, de tanto ver roubalheira, chegou a ter vergonha de ser honesto.

Não há independência num lugar onde o dinheiro público serve para majestosos palcos esportivos, mas não dá para estruturar um sistema de saúde digno, no qual a morte virou uma coisa banal. Não se vê independência num povo que fala do que está errado, mas não se manifesta numa ação de repúdio (apesar de ainda ser cedo pra afirmar), não há independência num país onde o sistema político prefere fisgar o povo pela barriga, e esse mesmo povo prefere o servilismo à autossuficiência.

A língua é uma preciosa representante de independência, pois cria uma identidade, uma singularidade, contudo não é de se comemorar independência num país onde 2600 postulantes a juízes do trabalho não consigam aprovação numa redação.

Não há independência num país onde a regra virou o "jeitinho brasileiro", em vez do bem feito, organizado, não se é independente num lugar onde faltam médicos, e alguns dos existentes cabulam a obrigação e os que vêm para trabalhar são achincalhados, numa atitude que faltam palavras para descrever.

Não há independência num país onde o povo não sabe cantar o hino de sua própria nação, onde o que na história foi um famoso rio, hoje não passa de um riacho poluído, onde até hoje não se sabe se o grito foi em nome de um sonho da pátria independente ou de pura ambição do Império, onde a população indígena é dizimada diariamente.

Não há independência num país que acha poder recompensar anos de racismo com porcentagem em cotas universitárias, onde a consciência do voto é castrada por qualquer trocado, num país onde o curral eleitoral anda apenas disfarçado, num lugar onde quem governa não aceita a companhia do povo. Enfim, não há o que comemorar.

Na realidade, no 07 de setembro, pra comemorar mesmo, só o feriado. Neste ano, nem isso, caiu num sábado. Assim não vale! Independência uma ova.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

COLUNA: ALGO SOBRE... O GOVERNO DILMA

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COLUNISTA SUETONIO FARIAS
O Governo Dilma ainda está esperneando por causa da espionagem feita pelos USA. O novo Ministro das Relações Exteriores, em tom ameaçador, disse que quer uma resposta formal a respeito da bisbilhotagem.

Agora, vamos à realidade. Duvido muito que os EUA peça pelo menos desculpas. E o que o Brasil vai fazer? O que o Brasil pode fazer contra a maior potência bélica e econômica do mundo? Nada. O país depende em larga escala das importações americanas e de outros fatores necessários para a economia brasileira, e mesmo que não dependesse não teríamos material bélico nem para arranhar a unha de Obama.

Isto posto, para que ficar tentando enganar o povo que vai afrontar a potência americana? O máximo que a presidente pode fazer é oferecer uma BOLSA alguma coisa. Nisso, o governo petista é uma potência!

Dilma ainda não entendeu que o povo não é besta.

sábado, 24 de agosto de 2013

COLUNA: ALGO SOBRE.. O GOVERNO DO MENOS

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COLUNISTA SUETONIO FARIAS
A gestão petista, conhecida pela gestão das Bolsas, está mudando de nome. Agora, passa-se a se chamar Governo do Mais.

Na ilusão de que o Programa Mais Médicos solucione os problemas da saúde pública, o governo Dilma tem em vista lançar mais um programa do Mais; trata-se de um programa denominado Mais Professores. A ideia do projeto é atrair profissionais da educação para atuarem em lugares com carência de docentes, mais precisamente nas regiões Norte e Nordeste.

Todos estão testemunhando a cruel forma de recompensa destinada aos profissionais da saúde, pois o pagamento dos médicos não se dará de forma direta, antes, o governo brasileiro enviará a quantia de R$ 10.000,00 (por profissional) para o governo cubano, para que de lá se pague aos médicos. Ou seja, dessa quantia os profissionais receberão, talvez, metade.

Foi como já disse, essa Dilma pensa que o povo é besta. Ela acha que não se sabe que se trata de uma conchavo com o amiguinho cubano, uma ajudinha de amigo. Todos sabem muito bem que o PT tem um forte laço amistoso com a ilha cubana. Disso, os 4 mil médicos cubanos trabalhão, levando em consideração a profissão, basicamente por uma esmola.

Você deve está se perguntando: onde entra a questão do programa Mais Professores? Então, lá vamos nós!

Do mesmo modo que o programa Mais Médicos, o programa Mais Professores será uma medida paliativa, ou melhor frustrada, de alavancar o desenvolvimento educacional do país. Os professores não serão atraídos por uma Bolsa, mas sim por condições dignas e por reconhecimento da nobre função que desempenham, nobre não apenas, mas necessária.

Uma das profissões que mais atraía os jovens era a de professor, agora é a que menos causa interesse, pois as pesquisas mostram que mais de 70% dos professores estão insatisfeitos com a profissão, número este justificado pela falta de salário satisfatório, pela falta de segurança, pela falta de atenção dos governantes, enfim pela falta.

Para se ter uma ideia, na cidade de São Paulo, quase 50% dos professores alegaram querer abandonar a profissão por medo da constante violência nas escolas. Esse fato fez emergir um projeto de lei que tramita na Câmara paulista, tendo como teor tratar a função do magistério como ofício de alta periculosidade, ocasionando um aumento de 30% sobre o valor recebido. Que vergonha! A função de professor não é uma função de risco, é uma função de sapiência e formação social, não de periculosidade.

Não é isso que o magistério almeja. O que se quer de verdade e unicamente, é que os discursos políticos deixem de ser discursos e passem a ser algo substancial, concreto.

Isto posto, o programa Mais Professores estará longe de solucionar a carência de professores no Brasil, pois não é pela mendicância de uma Bolsa do governo que essa lacuna será preenchida, muito menos pelo engodo de projetos messiânicos.

Tome nota! O governo petista de tanto fazer o programa do Mais, acabará por, no fim, ser o governo do Menos.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

COLUNA: ALGO SOBRE... MÉDICOS

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COLUNISTA SUETONIO FARIAS
Mais médicos. É esse o nome do programa messiânico para resolver a problemática da saúde no Brasil, pelo menos é o que o Governo Dilma acha.

O programa estende a formação médica em mais 2 anos, os quais devem ser executados no SUS; na realidade esse programa obriga os médicos a trabalharem. Obrigam.

A presidente tem que entender que o problema do SUS não é culpa dos médicos, mas sim de seu governo desastroso no que se refere à saúde, e não é ampliado o período de profissionalização dos homens-de-branco que o Brasil terá um dos melhores sistema de saúde do mundo.

Os jornais noticiam todos os dias pessoas chegando a óbito pela simples falta de leito, pessoas jogadas no chão de hospitais esperando atendimento, e tudo o mais que envergonha nosso país.

Obrigar os médicos a trabalharem no SUS deixa de ser uma solução e passa a ser uma forma de imposição, já que castra a liberdade dos profissionais.

Essa Dilma é uma figuraça!
Ainda bem que 2014 vem aí!

sábado, 6 de julho de 2013

COLUNA: ALGO SOBRE... O PODER DO POVO NÃO É BRINCADEIRA

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COLUNISTA SUETONIO FARIAS
No Egito há mais de dois anos, na primavera árabe, o povo depôs do poder Hosni Mubarak e elegeu democraticamente Mohamed Mursi. Hoje, quarta-feira, milhares de pessoas foram às ruas pedir renúncia do presidente. Esse levante popular foi reforçado por um golpe militar, e tudo isso devido à constatação de que o ex-presidente não estava cumprindo com as promessas feitas à população, mais ainda, ele era visto como um fantoche de uma seção muçulmana.

Em síntese, o povo colocou no poder e o mesmo povo tirou (mesmo que através de um golpe de Estado).

E se esse acontecimento político do Egito acontecesse aqui, no Brasil? Claro que um golpe de Estado traz à mente as trevas da ditadura, mas faça-se apenas uma ilação!

A pobre da Constituição Federal não passaria de letra morta, pois o que motivou esse evento no Egito foi justamente a falta de cumprimento das promessas para com o povo. Aqui, no Brasil, o que menos acontece é a fidelidade do que se diz em palanques com sua aplicabilidade na sociedade.

Esse governo petista em muito anda longe de justificar sua elegibilidade, de cumprir com a promessa messiânica de mudar o Brasil, tanto badalada nas retóricas eleitorais, e assim como no Egito, não é difícil de encontrar fantoche por aqui. 

Os políticos precisam apanhar todo dia pra saber quem é que manda, precisam saber que "os povos deram a si mesmos chefes para defender sua liberdade e não para os sujeitar" (Rousseau).

Que o Senhor nos livre de uma guerra civil e muito menos da fumaça da ditadura, mas pena que uma ação da magnitude egípcia não acontecerá por aqui. Motivos não faltam. Seria emocionante!

COLUNA: ALGO SOBRE... DILMA ROUSSEFF

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COLUNISTA SUETONIO FARIAS
Essa Dilma pensa que o povo é besta. Viu que a coisa ficou feia pro lado do governo e dos políticos em geral, e agora quer desviar a atenção do povo com um tal de plebiscito.

Não se engane! Não adianta fazer um plebiscito com a intenção de mudar o que não pode ser mudado. Todos sabem que para haver uma reforma política de verdade é necessário modificar a Constituição, o que não é coisa fácil e de uma hora pra outra, como ela quer.
Ainda mais, não será interessante imputar o povo a tomar decisões tão sérias, como a reforma política, com assuntos que o povo se quer tem conhecimento, e isso inclui até mesmo o significado de plebiscito.

A intenção da presidente até que é boa, mas é importante observar que os protestos nas ruas estão sinalizados com outras reivindicações, ninguém pediu um plebiscito de nada. O povo quer mesmo é saúde, educação, segurança e, principalmente, o fim da corrupção, sem esquecer punição para políticos safados, ladrões.

Em resumo, a presidente quer amenizar a situação tentando desviar o foco das reivindicações populares; será que ela não percebeu que nem o futebol foi capaz de tal proeza? Presidente, acorde! O povo deixou de ser besta.

Que é uma boa intenção é, mas é como dizem: de boas intenções o inferno está cheio.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

COLUNA: ALGO SOBRE... PEC 37

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COLUNISTA SUETONIO FARIAS
"Um filho teu não foge à luta".

A PEC 37, a qual intenta limitar o poder de investigação do Ministério Público acaba de ser derrota por 230 votos contra e apenas 9 a favor.

Uma vitória do povo brasileiro, do povo brasileiro apenas. Vê-se políticos bradando que nessa votação esteve presente a vontade dos mesmos; não se engane, a PEC 37 foi rejeitada por essa esmagadora votação devido às manifestações populares, devido à luta do povo por um país melhor, uma vez que sabemos que os políticos que representam o Brasil estão longe de quererem ser investigados.

De qualquer forma, está dando orgulho de morar nesse país. Não pelos representantes, mas pelo povo.

Viva o povo brasileiro.

COLUNA: ALGO SOBRE... MÉDICOS ESTRANGEIROS

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COLUNISTA SUETONIO FARIAS
O investimento local é uma das maiores formas de preocupação com a sociedade, porém quando os setores locais não se interessam com esse tipo de investimento faz-se necessário trilhar outros caminhos.

Tem muita gente "cuspindo fogo" devido ao anúncio do governo que visa a contratação de 35 mil médicos estrangeiros. Essa medida, antes de ser um descompromisso com os profissionais brasileiros, é uma resposta à insuficiência da classe médica no que tange à atividades nos lugares mais remotos desse país.

Saúde de qualidade é um direito assegurado pela Constituição Federal, é um direito de todos os brasileiros, porém há lugares nesse país que ter um médico é luxo.

Segundo dados do Governo, a assistência médica deveria ser um profissional para cada 1000 pessoas, mas o que se ver são pessoas agonizando por falta de médicos e profissionais da medicina sobrecarregados.

A contratação dos médicos estrangeiros objetiva suprir as lacunas desses profissionais nos lugares menos destacados no Brasil, pois, como se sabe, os médicos brasileiros evitam trabalhar nas cidades do interior devido ao salário e as condições de trabalho, ou seja, esses profissionais optam por trabalharem em metrópoles.

Os médicos estrangeiros atuarão justamente nesses locais carentes do trabalho médico, atuarão apenas nos setores não interessados por médicos locais, além de serem submetidos a um tipo de validação da função, como afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Por outras palavras, os estrangeiros devem seguir critérios de qualidade e responsabilidade profissional.

Portanto, é desonesto querer achincalhar essa atitude do Governo em defesa de um autoego, de uma pontada de ciúme, pois é mais do que clarividente que as regiões pobres são castigadas pela falta de interesse dos médicos locais.

A contratação desses médicos cubanos, portugueses e espanhóis é mais do que necessária, tão necessária que dispensa defesa. Outros países já fazem a importação de médicos, desta forma o alarido dos médicos brasileiros mais parece uma dor de cotovelo do que uma preocupação com a qualidade dos futuros serviços médicos no nosso país. O que acontece é que o médico ao ser diplomado faz um juramento de amor e respeito à vida do doente, mas o que se percebe mesmo é que a classe olvidou esse juramento altruísta em nome da própria saúde.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

COLUNA: ALGO SOBRE... COPA DAS CONFEDERAÇÕES

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COLUNISTA: SUETONIO FARIAS
Apesar da bela vitória da seleção brasileira, a competição de ontem foi marcada por pelo repúdio da torcida brasileira à presidente do país.

Que foi falta de educação foi, mas o povo está percebendo que o Governo petista não passa de um engodo.

O povo percebeu que não pode acreditar que milhões saíram da pobreza se ainda continuam escravos do Bolsa Família, que não adianta o pobre ter televisão e geladeira em casa se não pode quitar seu débito (dados mostram um aumento do calote no comércio), que apesar de termos estádios magníficos que vão comportar as maiores competições esportivas do globo, ainda faltam hospitais, escolas e uma verdadeira política de assistência social.

O povo percebeu que é esdrúxulo acreditar num país que é a 6ª maior economia mundial e um dos últimos em desenvolvimento educacional.

O povo está ficando mais perceptivo. Foi falta de educação, foi. Foi feio, foi. Todavia, mais feio ainda é ficar enganando o povo com propagandas de aparência progressista.

Se o governo quiser ganhar a reeleição vai ter que rebolar ou então aumentar ainda mais o quantitativo do Bolsa Família, pois a coisa está feia, tendo em vista que nem o futebol está conseguindo desviar a atenção do povo. Foi falta de educação, foi. Mas adorei, gostei tanto que ainda não consegui parar: UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU!